A constipação intestinal é tratada como um mal-estar comum, quando, na verdade, pode evoluir para outras doenças do trato gastrointestinal. Ela pode ser evitada com boa alimentação, de preferência rica em fibras, exercícios físicos e atenção aos hábitos na hora de evacuar.
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Constipação intestinal e fisioterapia pélvica
A constipação intestinal é tratada como um mal-estar comum, quando, na verdade, pode evoluir para outras doenças do trato gastrointestinal. Ela pode ser evitada com boa alimentação, de preferência rica em fibras, exercícios físicos e atenção aos hábitos na hora de evacuar. Alguns especialistas salientam que no caso de prisão de ventre, não basta uma dieta rica em frutas e verduras, é preciso, além de investir nas fibras, beber a quantidade diária adequada de água e consumir lactobacilos.
Para prevenção e tratamento dos sintomas de prisão de ventre, o paciente pode contar com o apoio de um fisioterapeuta pélvico, responsável por reabilitar as funções do assoalho pélvico, que dá sustentação à bexiga, ao útero e ao intestino.
Fisioterapia pélvica
Aliado importante de outros profissionais no alívio dos incômodos, o fisioterapeuta pélvico tem como missão:
- auxiliar o paciente a educar o intestino com técnicas como massagem abdominal;
- fortalecer o assoalho pélvico; e
- promover treinamento postural (já que existe posição certa para defecar).
Apesar de ser encarada como uma doença corriqueira, a constipação pode interromper o trânsito intestinal ao provocar a formação de fecaloma, massa de fezes endurecidas que se acomoda no reto e no cólon e também pode estimular hemorroidas e fissuras anais. Quando os sintomas se agravam, os médicos podem indicar tratamento medicamentoso.
Constipação intestinal
A constipação só é considerada se o paciente evacuar menos de duas vezes por semana, contudo é importante estar atento aos sintomas:
- número reduzido de evacuações;
- dificuldade para eliminar as fezes que se apresentam ressecadas, muito duras e pouco volumosas;
- sensação de esvaziamento incompleto dos intestinos;
- desconforto, distensão e inchaço abdominal;
- mal-estar, gases e distúrbios digestivos.
De acordo com especialistas, a ocorrência é mais comum em crianças, idosos e mulheres, principalmente durante a gravidez. O diagnóstico é feito a partir do levantamento da história do paciente, exame clínico, exames de laboratório, como hemograma e sangue oculto nas fezes, e, se necessário, de imagem, como colonoscopia e tempo de trânsito das fezes.
Assim como alimentos pobres em fibras, alguns medicamentos e alterações neurológicas e metabólicas também podem provocar a prisão de ventre. É preciso ficar atento e caprichar no cumprimento das orientações para facilitar a evacuação. Após algumas cirurgias, muitas pessoas necessitam de dieta especial e administração de reguladores da flora após algumas cirurgias. Geralmente, este cuidado compete à área de nutrição hospitalar, mas, se necessário, os cuidados devem ser continuados em casa.
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